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terça-feira, 22 de outubro de 2013

Varais de teto, piso e parede para organizar a lavanderia


Não importa se a área que você dispõe para o varal – ou os varais – é a de um generoso quintal ou a de uma lavanderia compacta de apartamento: existem boas soluções para todos os espaços. 
Apresentamos aqui uma seleção de modelos com opções para teto, parede e piso, além de exemplares portáteis e acessórios práticos.


DECIDA ONDE INSTALAR. Para fixar este varal na parede (foto), encaixe o trilho de aço com as roldanas no suporte específico. Se preferir colocá-lo no teto, dispense o suporte e parafuse o trilho na laje. Outro diferencial do produto é que as varetas descem uma a uma. De alumínio, mede 38 cm de profundidade, está disponível nas versões com 1 m, 1,20 m e 1,40 m de .


DE GORDINHO A MAGRINHO EM UM INSTANTE. O Varal sanfonado maxi 1,20 m (Mor) se estica todo para receber as roupas molhadas. Depois de secas, pode-se recolher a estrutura retrátil de alumínio, reduzindo sua profundidade de 42 cm para 7 cm. Com 1,20 m de largura, as varetas de polipropileno abrigam até 8,40 m de tecidos.


DUPLA FUNÇÃO COM GANHO DE ESPAÇO. O modelo Tradicional de teto combina um varal com sete varetas e uma placa telada encaixável acima do primeiro, no mesmo jogo de cordas. Sobre a tela, é possível estender tramas delicadas (no limite de 6 kg). De alumínio com pintura eletrostática branca, as peças (1,20 x 0,60 m cada) suportam, juntas, até 20 kg. 


FÁCIL DE LEVAR. Carregue o Parabólico (Mor) para os locais mais ensolarados da casa. Ele conta com base de alumínio e cordas de PVC, resistindo ao peso de até 20 kg de roupas. A estrutura quadrada, com 1,11 m de lado e 1,46 m de altura, pode ser fechada.


PENDURE NA PORTA. Boa opção para quem não conta com espaço ou está impedido de furar a parede e o teto para colocar um varal comum, o Portátil (Mor) tem braços deslizantes, que se encaixam em janelas e portas. De aço pintado e polipropileno (41,5 x 28 cm), acomoda até 3,45 m de roupas.


CABE BEM MAIS. O Varal de chão (Brinox) apresenta abas laterais móveis, que ampliam a área para pendurar itens. De alumínio, com 1,77 x 0,56 x 0,94 m, suporta até 16 kg. Como é dobrável, torna-se compacto na hora de ser guardado. 


DE PONTA A PONTA. Uma evolução das cordinhas que atravessam a lavanderia ou o quintal, o Polimax (Maxeb) permite a instalação em paredes distantes até 3,50 m uma da outra. Composto de suportes de aço e polipropileno (35 cm de largura), o modelo oferece a possibilidade de acessar cada uma das cinco cordas individualmente. Sustenta até 15 kg.


ISSO É QUE É RENDIMENTO! Para não lotar o varal com roupas íntimas e meias, aposte no Happy days (Secalux), com seus 20 prendedores divertidos. Mede 37 x 21,5 x 28,5 cm, é feito de polietileno e aguenta 1 kg de peso.


CAMISAS E VESTIDOS ESTICADINHOS. Oito cabides reunidos em um gancho formam o varal Fácil (Secalux), que não deixa as peças amarrotarem enquanto secam, facilitando na hora de passar. Com 36 x 49 x 48 cm, é de plástico e sustenta 5 kg.



PARA SEUS TÊNIS. Abriga dois pares o Mini varal para calçados (Mor). O cabide de polietileno tem 20 cm de diâmetro e 26 cm de altura. 


ACOPLE UM MÓDULO NA SEQUÊNCIA DO OUTRO. Cada StendMax (Maxeb), feito de plástico (9,2 x 6 x 10 cm), oferece uma corda para 5 kg de roupas. O sistema se vale de uma mola: ela estica a corda – por até 6 m – até que você a prenda no gancho da parede oposta e depois a recolhe.


TRAVA AUTOMÁTICA. O suporte de plástico para fixar na parede (4,3 x 2 cm) possui um mecanismo que prende e solta o varal Estica fácil (Secalux) quando se tensiona o puxador. O conjunto soma corda de polipropileno (7 m) para até 6 kg.



SOBE E DESCE MAIS LEVE. Funciona como uma manivela o Elevador (Vilar) para varal de teto, auxiliando na tarefa de erguer até 10 kg. Basta instalar a caixa (22 x 27 x 8 cm) na parede e conectar as cordas. 



Fonte: casa.abril

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Como organizar o Guarda-roupa

Arrumar o armário é uma das tarefas mais temidas pelos bagunceiros. Além de tomar muito tempo, essa é uma daquelas atividades que simplesmente não podem ser abandonadas no meio. Por isso, muita gente tem preguiça de encarar a tarefa por não saber por onde começar.

A organização do guarda-roupa deve ser encarada como uma boa oportunidade de verificar todas as peças que possui e avaliar quais são realmente usadas e aquelas que podem ser descartadas, por exemplo, as que não servem mais. Aproveite para separar roupas, sapatos e acessórios, em bom estado, que podem ser doados. Então, tire tudo do armário e pense com carinho sobre cada muda de roupa.

Um bom ponto de partida é saber o que pendurar e o que dobrar. O maior erro na hora da organização é colocar tudo no cabide. Peças de tricô e de lã, por exemplo, devem ser mantidas dobradas. Se forem penduradas, seu próprio peso sobre o cabide faz com que a peça perca a forma e esgarce. Já roupas com babados ficam melhor no cabide do que na gaveta porque a chance de amassar é menor. Mas nunca ponha duas peças no mesmo cabide, pois elas vão amassar e será mais difícil encontrá-las.

Uma forma bastante prática de guardar os cintos é enrolá-los, um a um, e acomodá-los nos nichos de um organizador de gaveta. Você pode arrumá-los por cor ou por frequência de uso, colocando os mais utilizados na frente. Indicado para arrumar também calcinhas e meias, este tipo de organizador, fabricado em tecido ou acrílico, é comercializado em variados tamanhos, por isso, atenção na hora da compra: tenha em mãos as medidas da gaveta para adquirir um modelo compatível.



A melhor maneira de colocar as meias em ordem é usar um organizador de gaveta dde tecido ou acrílico. Assim, colocando um par em cada nicho, você diminui a chance de perder um dos “pés”. Mas não basta ter um organizador para ter gaveta arrumada: manter a rotina é fundamental. Por isso, tirou, recoloque no mesmo lugar e seguindo um método;



Existem organizadores específicos para sutiãs, mas uma opção é colocá-los diretamente em uma gaveta, enfileirados, porque organizados assim, a possível deformação da peça é evitada. Dependendo da quantidade e variedade deste tipo de roupa íntima, uma dica é agrupá-las por cor ou por frequência de uso, deixando os mais utilizados na frente;



Dentro do guarda-roupa, os jogos de banho podem ser colocados em caixas de TNT, em cestos, diretamente em gavetões ou então em prateleiras.

Agrupe as peças de cada jogo e organize-os por cor. Para as toalhas avulsas, uma dica é empilhá-las seguindo uma ordem crescente de tonalidades, da mais clara até a mais escura, por exemplo;



Ainda nas prateleiras do guarda-roupa ou em gavetões, organize os jogos de cama. Para facilitar na hora de escolher essas peças, em especial, as avulsas, uma alternativa é acomodá-las dentro de capas plásticas, identificadas por etiquetas;



As roupas de ginástica devem ser organizadas em uma mesma gaveta, quando possível: acomode as calças enroladas e as demais peças , dobradas. Dependendo da quantidade e variedade de itens, você pode agrupá-los por cor, empilhados ou em cascata;



As prateleiras dentro do guarda-roupa são ótimos lugares para arrumar as malhas e os tricôs, assim como as calças jeans e as de moletom, sempre dobradas e empilhadas. As malhas e tricôs podem ser agrupados por cor ou tipo de gola ( por exemplo, faça três pilhas, uma com peças de golas arredondada, outra com as de gola alta e mais uma, para as golas "v"). por sua vez, as calças, caso prefira, podem ser penduradas em cabides;



Guarda-roupa feminino: em cabides, pendure blusinhas, calças sociais, saias, vestidos, camisas, casacos, jaquetas e blazers. Se atente ao tipo de cabide utilizado, este deve suportar o peso da roupa sem quebrar ou deformar a peça. Para uma maior praticidade na hora de retirá-los, disponha todos os cabides com o gancho virado para dentro do armário. Arrume as peças por famílias, conforme a tipologia e características de cada item. Por exemplo (foto), pendure as camisas, na sequência, as blusinhas de manga longa, e em seguida, as sem manga;



Guarda-roupa masculino: em cabides, pendure camisas, camisetas, calças sociais, ternos, blazers, jaquetas e casacos. Se atente ao tipo de cabide utilizado, este deve suportar o peso da roupa sem quebrar ou deformar a peça. Para uma maior praticidade na hora de retirá-los, disponha todos os cabides com o gancho virado para dentro do armário. Arrume as peças por famílias, conforme a tipologia e características de cada item. Por exemplo (foto), pendure os ternos, na sequência, as jaquetas jeans, e em seguida, as camisas;


Caso não tenha uma sapateira, os calçados podem ser organizados dentro do guarda-roupa, em caixas de plástico, com furos para ventilação...



...Ou em prateleiras. Para uma melhor visualização, posicione um pé em frente ao outro ou então deixe nas fileiras do fundo os sapatos menos utilizados, como os de festa. Se optar pelo uso da prateleira e também das caixas plásticas, faça o rodízio de estação: por exemplo, enquanto durar o verão, acomode nas caixas os sapatos de inverno.

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Tudo sobre FGTS


O Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) pode dar uma força ao trabalhador na hora de comprar a casa própria.

Confira, a seguir, 20 perguntas sobre quem pode usar esse recurso, e como ele funciona. 



1. O que é o FGTS?

O FGTS é a sigla para Fundo de Garantia por Tempo de Serviço. Quando foi criado o SFH (Sistema Financeiro de Habitação), em meados da década de 1960, o governo federal criou duas fontes de recursos para o crédito habitacional: a vinculação da captação de poupança pelos bancos comerciais à concessão de crédito habitacional e a poupança obrigatória consistente em 8% do salário devido ao empregado, valor esse a ser recolhido pelo empregador e depositado em conta vinculada ao empregado.

2. Em que situações é possível sacar o FGTS?

Inicialmente, o empregado somente podia dispor dor recursos depositados pelo empregador na sua conta vinculada ao FGTS, quando fosse demitido ou para pagar parte do preço de aquisição de sua casa própria. 

Depois, com o passar dos anos o governo liberou o saque, pelo empregado, para compra de ações de empresas estatais (Banco do Brasil, Petrobras e Vale do Rio Doce, quando ainda era pública).

3. Como saber se posso usar o FGTS para comprar o imóvel?

Para usar o FGTS, é preciso cumprir quatro requisitos:

1) Ter pelo menos três anos de carteira assinada. Esse período não precisa ser contínuo, ou seja, a pessoa pode ter trabalhado um ano em 2002 e outros dois a partir de 2010, por exemplo.

2) Não ter financiamento ativo no Sistema Financeiro de Habitação (SFH) em nenhuma parte do país.

3) Não ser proprietário de imóvel residencial no município onde pretende comprar o novo. Assim, se tem um apartamento em São Paulo, poderá comprar outro em Belo Horizonte, mas não na capital paulista.
4) Trabalhar ou morar no município em que fica o imóvel que pretende comprar usando o FGTS.

4. De que documentos preciso para conseguir sacar o FGTS?

Os documentos necessários são aqueles que comprovam que o comprador atende a todos os requisitos para sacar o fundo de garantia (listados na resposta 2), como carteira de trabalho, comprovante de residência (conta de água ou luz), certidão de nascimento e, se for casado, de casamento, carteira de identidade e CPF. 

Além disso, é preciso apresentar a certidão de matrícula e cópia do IPTU da casa ou apartamento a ser comprado, para demonstrar que o imóvel está em situação regular e pode ser adquirido com o FGTS.

Corretores e o próprio agente financeiro poderão orientar sobre esses documentos e como obtê-los.

5. Que imóvel posso comprar com o FGTS?

Imóvel residencial ou misto (para residência e atividades comerciais). A finalidade tem que prever a moradia do trabalhador, impossibilitando a compra de um flat como investimento, por exemplo.

6. Posso usar o FGTS para a compra de imóvel comercial?

No que se refere a imóvel comercial, desde que tal imóvel também seja utilizado para a moradia, sendo certo que do valor do FGTS a ser desembolsado será descontado proporcionalmente a parte do imóvel destinada ao comércio.

7. É possível usar o FGTS de mais de uma pessoa na compra de um imóvel?

É possível usar o FGTS de mais uma pessoa na compra de um imóvel desde que todas as pessoas que sacaram o FGTS constem na escritura e no registro como coproprietários do imóvel.
8. Se um casal quiser comprar um imóvel com o FGTS de ambos. O limite dobra para R$ 1,5 milhão?

Se um casal quiser comprar um imóvel com o FGTS de ambos o limite continua sendo R$ 750 mil. 

O limite é por imóvel e não por pessoa.

9. É possível sacar o FGTS para ajudar um familiar a comprar um imóvel?

Sim, é possível, desde que a pessoa que sacar o FGTS conste na escritura e no registro como coproprietário do imóvel.

10. É possível usar o FGTS para reformar um imóvel?

Sim, porém, é necessário contratar um construtor para apresentar um cronograma de obras, de forma que os recursos sejam liberados de acordo com o avanço das obras.

11. No caso de financiamento, posso usar o FGTS para abater a dívida?

É possível utilizar o FGTS tanto para abater o principal da dívida ou o valor das parcelas do financiamento. Tendo em vista que os financiamentos são de longo prazo, o efeito o FGTS no abatimento do principal da dívida é pouco significativo na redução do valor da prestação do financiamento. 

A utilização do FGTS para abatimento do valor da prestação do imóvel representa um alívio muito mais efetivo para o comprador.

12. No caso de financiamento, o FGTS vale para pagar a entrada do imóvel ou nas prestações?

É indiferente o uso do FGTS para pagar a entrada, abater o principal da dívida, ou abater o valor das prestações.
13. Quem tem dívida pode sacar o fundo?

O saque do FGTS é direcionado prioritariamente para fins habitacionais, sendo admitidas exceções casuais para compra de ações do Banco do Brasil, Petrobras, etc. 

Além disso o FGTS deve ser necessariamente desembolsado para o vendedor do imóvel, ao construtor do imóvel ou ao credor do financiamento imobiliário.

14. Posso usar somente parte do FGTS na compra de um imóvel?

É possível utilizar parte do FGTS para compra de imóvel e deixar um saldo remanescente na conta vinculada.

15. Como saber quando se tem de FGTS?

A Caixa Econômica Federal fornece essa informação a partir do CPF do empregado.

16. Se o imóvel comprado ultrapassar o limite para uso do FGTS, é possível sacar o fundo para amortizar a dívida depois?

Não é possível desembolsar recursos do FGTS para aquisição de imóvel acima do teto máximo de avaliação, ainda que a dívida da aquisição esteja no limite máximo. 

O saque do fundo é com base no imóvel e consequentemente do respectivo valor.

17. A herança de um imóvel interfere na possibilidade de uso do FGTS para a compra de uma outra residência?

Sim. Se a pessoa já tem uma casa ou apartamento, não importa como tenha obtido, não pode sacar o FGTS, salvo quando a herança ou doação vierem com uma cláusula de usufruto.

18. No caso de um divórcio, o imóvel fica registrado como um bem para o ex-cônjuge. É possível o comprador voltar a usar o FGTS para adquirir um novo apartamento?

Sim, desde que seja comprovada a titularidade do imóvel, através da escritura e matrícula.

19. Sempre vale a pena sacar o FGTS na compra de um imóvel?

Atualmente, vale a pena utilizar o FGTS para a compra de um imóvel porque a remuneração do depósito é muito pequena se comparada aos juros do financiamento habitacional, ainda que seja Minha Casa, Minha Vida.

20. Quando tempo o FGTS demora para ser liberado?

Uma vez feito o pedido pelo agente financeiro, o dinheiro do FGTS demora, em média, cinco dias para ser liberado. Porém, os outros processos ligados à compra de um imóvel, como a aprovação do financiamento, podem levar mais tempo, e o negócio leva, geralmente, de 60 a 90 dias para ser concluído.


Fonte: jornalfloripa economia.uol simplifiquedireito

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Faça sua mudança sem transtornos


Mudanças podem ser um verdadeiro pesadelo se você não tomar alguns cuidados básicos.




Veja algumas dicas práticas para facilitar sua vida nesse momento:

- Visite a casa ou o apartamento para onde você vai se mudar. Antes de levar os móveis e eletrodomésticos, faça uma limpeza geral e planeje com antecedência como vai dispô-los nos cômodos. 

- Na hora de empacotar, feche bem as caixas. Deixe separado, de preferência com um aviso, o que a transportadora não deve levar.
Carregue documentos e objetos de valor com você, para que não sejam extraviados durante a mudança. 

- Um dia antes da mudança, retire lustres, cortinas, persianas e instalações que você pretende reutilizar no imóvel para onde vai se mudar. Se for aproveitar cortinas e tapetes da nova residência, mande lavá-los com uma semana de antecedência. 

-  No caso dos móveis sob medida, chame quem montou para desmontar. Se não for possível, procure alguém que tenha conhecimento sobre o assunto. 

- Coloque os móveis e objetos de decoração de cada espaço em caixas separadas. Nunca misture as coisas do quarto com as da sala. Assim, você vai se adaptar mais facilmente ao novo lar. Escreva o nome do cômodo em cada caixa, para ajudar na hora da distribuição.



- Dá para economizar dinheiro escolhendo meses de pouca procura. Janeiro, fevereiro, julho e dezembro são mais caros por conta das férias escolares.

- Para minimizar imprevistos, contrate o serviço com uma semana de antecedência, no caso de mudanças locais.

- Leia com atenção o contrato. Tenha conhecimento das limitações de responsabilidade da empresa de mudanças em caso de acidente ou quebra de objetos.

- Verifique os horários permitidos de mudança, no caso de condomínios, e a sinalização das ruas em que o caminhão terá de estacionar. Em algumas vias o trânsito de veículos grandes é limitado.


 Fonte: revista.zap  mdemulher.abril  cuidadoscomacasa

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Compra de imóveis: O que eu devo perguntar nos estandes de plantões de venda?




Adquirir um imóvel deve ser um projeto pensado e repensado, ainda mais se o apartamento ou casa ainda estiver na planta. Tem dúvidas sobre este formato de compra? Os especialistas Moacyr Schukster, presidente do Secovi/RS e da Agademi; Adriano Dias, advogado e consultor de ondomínios, e Marcelo Lopes, corretor e sócio-diretor da Imobiliária RE/MAX Clas indicam o que questionar nos plantões de vendas para escolher o imóvel sem medo de errar.
O primeiro passo ao chegar ao estande de venda é verificar se o imóvel atende às suas necessidades. Analise itens básicos como o projeto da unidade e as funcionalidades do mesmo, assim como o tipo de material utilizado na construção, níveis de acabamento. Verifique também o número de vagas na garagem, piscina ao ar livre ou coberta, aposentos e suas dimensões, entre outras informações. Mas como podemos descobrir tudo isso?
Vejam abaixo algumas perguntas a serem feitas nos plantões de vendas e os respectivos esclarecimentos dos profissionais sobre a importância delas:

O que eu posso perguntar para o corretor?
"Normalmente, essas perguntas são respondidas através de folhetos, maquetes pormenorizadas, visitação programada, ambientes decorados e imagens computadorizadas", diz Moacyr Schukster. Mas, se não houver todas as informações bem descritas nesses folhetos? 

Por isso a visita aos estandes de plantões de vendas é importante, pois esta é a hora certa para tirar todas as dúvidas existentes, assim como explica o advogado Adriano Dias: "O vendedor é obrigado a prestar todo o tipo de informação sobre o imóvel e também sobre a forma e condições do negócio, tais como: a forma de pagamento, prazos de entrega, taxas de corretagem, taxas de assessoria de crédito, formação do preço, informações sobre a construtora, sobre a incorporação, registro do imóvel na Prefeitura, no Cartório de Imóveis ...", e complementa "o comprador tem o direito de tomar prévia ciência dos contratos e documentos a serem assinados, sendo que os mesmos devem ser redigidos com clareza e sem que haja dificuldade do consumidor entender o que está previsto".

Posso ter acesso ao registro de incorporação do prédio?
Ter acesso ao registro de incorporação (RI) é interessante. Além disso, o comprador deve obter informações (no caso de imóveis novos) sobre a Incorporadora, valendo até mesmo visitar outros prédios que tenham sido construídos pela mesma.
As vendas, na hipótese de não haver registro, não serão validas antes de registrar a incorporação. "Todos os imóveis vendidos através de uma planta, têm um registro de incorporação precedido de um memorial descritivo de todos os materiais que serão utilizados na obra. Pela lei 4591-64, é obrigatório o registro da incorporação, no cartório imobiliário, antes do incorporador poder dar início a venda das unidades", informa o advogado Adriano Dias.
Marcelo Lopes descreve que a importância desse documento não para por aí: "nestes quadros é possível verificar a área privativa real cobertas e descobertas, áreas de uso comum, além da fração ideal. Outro importante ponto é questionar se a construtora optou pelo patrimônio de afetação. Isso constará no RI e protege muito os compradores no caso de falência ou insolvência da construtora. Tudo o que falamos são para imóveis na planta, no caso de imóveis avulsos o RI não se aplica".




Quem são os responsáveis pelo projeto imobiliário?
Saber quem esta por trás da obra é determinante. Arquitetos, construtoras, imobiliárias. Você pode e deve saber com quem esta negociando. De acordo com Adriano Dias, todas as partes envolvidas no empreendimento imobiliário devem ser identificadas aos consumidores. 

Segundo o advogado as empresas grandes possuem ações em outras menores, que são menos conhecidas, por isso ele sugere: "O ideal é a verificar tanto a que está lhe vendendo o imóvel, quanto a que aparece apenas no contrato social, que é sócia majoritária. Analisar o histórico das duas empresas é muito importante".
O advogado cita onde verificar tais informações: "Primeiro uma pesquisa judicial, hoje temos construtoras que atrasam por demais a entrega das unidades, assim você já fica ciente de que tipo de empresa esta lhe vendendo a unidade. Pesquisa nos cartórios e internet também é aconselhável; coloque o nome da empresa e verifique se existe alguma notícia desabonadora", complementa o Dias.
Qual é a posição do prédio em relação à rua e ao sol?
Os limites e posição do imóvel devem estar especificados de forma real, pois esse é um ponto indispensável na compra de um apartamento, juntamente com outros como: ventilação da unidade, estrutura do entorno em termos de transporte coletivo, comércio, supermercado, atividades culturais, etc. 

Falando financeiramente, os apartamentos voltados para o sol poente normalmente são menos valorizados, mas existem outros pontos interessantes a serem analisados, exemplifica o presidente do Secovi/RS: "Alguns irão priorizar a tranquilidade e quanto menos movimento no local melhor. Outros preferem a agitação urbana. Proximidade de hospitais, escolas, restaurantes, clubes também podem ter peso na decisão".
Qual é a parede estrutural?
Esta questão também é muito importante como esclarece Marcelo Lopes: "Uma construção pode ser estruturada (estrutura convencional) ou autoportante (alvenaria estrutural). Neste último caso não é permitido alterações de plantas, nem mesmo demolição de paredes que podem comprometer toda a estrutura da edificação. Evidentemente que edificações estruturadas são mais valorizadas".
No Memorial descritivo (documento descrito como relatório técnico do empreendimento) você encontra as especificações técnicas do empreendimento em seus aspectos de engenharia e arquitetura. Onde poderá se ter conhecimentos inclusive do nível de acabamento, ou seja materiais que serão usados. 

Trata-se do chamado Memorial de Acabamento, onde o comprador terá a relação dos materiais de acabamento que serão utilizados na construção. "O memorial deve ser apresentado e rubricado pelo comprador quando da compra do imóvel e deve estar em anexo ao contrato de compra e venda de unidade futura", informa Adriano Dias.
Posso ler o contrato em casa?
Parece uma resposta óbvia, mas muitas pessoas não leem os contratos. Segundo Moacyr Schukster o contrato deve ser lido sim e com muita atenção: "O contrato resume todo o negócio e exige do adquirente que leia com atenção o que está escrito. Desse modo, prestará atenção especial ao que trata de descrever o imóvel, o preço, as condições de pagamento, o prazo de entrega, as garantias dessa entrega, multas por inobservâncias contratuais e cláusulas resolutivas".
O consumidor deve ter um prazo razoável para conhecer e tomar ciência completa do contrato a ser firmado. "Antes de assinar o contrato verifique se o empreendimento encontra-se com o projeto devidamente aprovado e com o alvará de edificação emitido pela respectiva Prefeitura Municipal; a matrícula do imóvel, onde deve constar que a sua Incorporação Imobiliária está devidamente registrada; a minuta da convenção de condomínio arquivada no registro do Memorial de Incorporação, em que constam as futuras regras do condomínio; verifique a incorporadora; se a corretagem esta sendo feita por profissionais com CRECI; veja a possibilidade de um advogado de sua confiança lhe ajudar; se a obra terá patrimônio de afetação", explica Adriano Dias.

Para concluir, o presidente do SECOVI/RS, Moacyr Schukster, alerta sobre a importância de ter os profissionais certos ao nosso lado para uma transação tranquila. "Não devemos dispensar o auxílio de um corretor de imóveis e um advogado competentes", aconselha. "A satisfação da boa compra e o encanto de ocupar o bem escolhido são sentimentos inesquecíveis", pondera.


Fonte: financasyahoo

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Comprar imóvel é coisa séria! Procure um corretor de imóveis

A Profissão surgiu no século XX, o corretor de imóveis nessa época era conhecido como agente imobiliário. O nascimento da categoria ocorreu junto à criação das primeiras leis trabalhistas.

Ainda hoje, muitas pessoas acreditam que comprar, vender ou alugar um imóvel seja uma tarefa fácil, não valorizando a figura do corretor de imóveis.

Mas em todo o Brasil, somente o corretor de imóveis é autorizado a intermediar transações imobiliárias, como estabelece a legislação que regulamentou a profissão (Lei 6.530/78 e Decreto 81.871/78). Não é apenas a determinação legal que faz este profissional ser essencial na hora em que você quer comprar, vender ou alugar um imóvel.


Para ser um corretor, é preciso estudar, ter formação específica e um registro emitido pelo Creci. Bem diferente do passado, quando lhe bastava ser um bom vendedor, hoje ele precisa entender de todos os aspectos da gestão imobiliária: conhecer as variadas formas de financiamento habitacional, estar atualizado com as mudanças na legislação, ter amplo domínio do mercado e de sua evolução.

O corretor é um profissional pronto para compreender as suas necessidades. Cada vez mais qualificado, ele vai usar seus conhecimentos para orientá-lo, fornecer com clareza informações precisas e alertá-lo sobre qualquer possível risco, tornando a negociação mais segura. A imobiliária e/ou o corretor têm a responsabilidade de pesquisar e apresentar o imóvel aos interessados, facilitando o nem sempre simples encontro da moradia ideal. Eles também têm a obrigação de assessorar as partes em toda transação imobiliária até o seu desfecho. 


Quando precisar dos serviços de um corretor de imóveis, certifique-se que o profissional escolhido é legalizado, ou seja, tem o registro de inscrição no Creci. Exija a apresentação de um dos documentos de identificação emitidos pelo órgão. 

Em caso de dúvida, procure o Conselho!

Fonte:  uniaoimobiliariase creci-rj sincil oitoronto

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Evite infiltração na hora de construir

A ocorrência de problemas provocados pela umidade nas edificações é muito frequente. Em geral, por falta de cuidados básicos durante a construção, mas, há também infiltrações causadas pela má instalação de portas ou janelas, por exemplo, o que permite a entrada de água da chuva. Ou ainda instalação incorreta de tubos e conexões em projetos de hidráulica.            
                                       
A umidade pode surgir no teto (quando uma laje não recebeu impermeabilização); em qualquer parede, em decorrência de vazamentos de tubulações , por falta de acabamento adequado, por falta de impermeabilização ou assentamento incorreto de revestimentos e pedras, ou ainda por causa de baldrame ou fundação da residência sem impermeabilização.



As infiltrações podem resultar em manchas permanentes devido ao rompimento de tubulações, gotejamento, manchas próximas ao forro ou ao piso, corrosão de armadura da laje, degradação dos materiais de revestimento, descolamento de rebocos, desgaste da pintura ou ainda manchas nos peitoris das janelas.


 A primeira medida é descobrir de onde a água está vindo para saber qual é a melhor solução.


- Quando a água vem do teto ou da parede, é necessário impermeabilizar pelo lado de fora com produtos específicos vendidos em lojas de material de construção;

- Se a umidade vem do chão, é preciso quebrar o piso, tirar o reboco e impermeabilizar;

- Se o problema vier do vizinho, ele terá que reformar a casa dele, impermeabilizando o piso;

- Só depois de resolvida a infiltração é que se deve retirar a parte mofada da parede e fazer a repintura;

- A questão da umidade deve ser pensada na hora da construção. Se o piso, paredes e teto já forem construídos com impermeabilizante, o problema nunca vai surgir;

- Quando a casa é comprada pronta ou alugada, a umidade pode estar maquiada e aparecer depois. E, para resolver, não basta apenas repintar. Isso só vai esconder por uns meses a umidade que está ali embaixo. A infiltração vai continuar;

- Manter a casa sempre arejada e garantir que bata sol nos cômodos ajuda a evitar o surgimento do mofo.



Fonte: revista.zap casacampoecia mdemulher

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

O que devo observar ao comprar um imóvel usado?

      
      Comprar um imóvel usado pode ser uma boa opção para quem quer realizar o sonho da casa própria. Mas requer uma avaliação detalhada na hora de verificar o estado do imóvel.

      Para te auxiliar, listaremos 9 itens essenciais para observar na hora de comprar um imóvel usado:



 1 -  Verifique a localização, a vizinhança e os meios de transporte. Os serviços públicos e o comércio, como padaria, hospitais e bancos, também são pontos importantes a serem observados. Feiras e casas noturnas podem atrapalhar;

 2 - Avalie a construção do prédio, se há rachaduras ou infiltrações. Observe como é feita a limpeza e a manutenção das áreas comuns;

       3 - Tenha atenção quanto à situação financeira do condomínio para evitar surpresas com cotas extras, inadimplência e obras. Um dado interessante a ser observado é se o prédio está passando por alguma reforma. Caso esteja, procure saber por quanto tempo; 
       
       4 - Faça visitas em horários diferentes ao imóvel para observar o comportamento da luz solar e como é o fluxo de veículos na rua em frente;

       5 - Observe o piso e as portas: se houver acúmulo de pó, principalmente de madeira, é indício de cupim. Algumas regiões são mais afetadas pelo problema, portanto, é importante que seja feita uma dedetização periódica;

       6 - Verifique a caixa de disjuntores, tomadas e interruptores. Veja se tem resíduos de superaquecimento, manchas escuras, fios retorcidos ou com isolamento danificado. Imóveis antigos podem não estar preparados para receber a demanda de aparelhos eletroeletrônicos utilizados atualmente. Se preferir, peça para um profissional de confiança avaliar as condições elétricas;

       7 - Acione torneiras, chuveiros e válvulas do imóvel para observar o funcionamento do encanamento. Se apresentar uma coloração avermelhada ou turva, provavelmente é da tubulação antiga ou da falta de manutenção do reservatório de água;

       8 - Infiltrações são facilmente detectadas pela cor escura que paredes e teto apresentam;

       9 - Quanto maior a segurança, melhor. Durante a visita, observe a forma como foi abordado na portaria, a facilidade de acesso ao edifício. Um prédio com portaria física 24 horas, ante-câmera e sistema de vigilância monitorada dará mais tranquilidade e proteção aos moradores.


     





     
       Fonte: revista.zap terra

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